Saga Crepúsculo chega ao penúltimo filme, que pode ser visto nesta quinta

s vezes, o amor pode não se realizar em felicidade linear. Pelo menos é o que parece querer dizer a série cinematográfica Crepúsculo, cujo desfecho começa a se desenhar com a estreia mundial de Amanhecer — Parte 1, marcada para esta sexta-feira (18/11). Porém, a partir de hoje, os fãs de todo o planeta já têm a chance de assistir a mais uma adaptação inspirada nos livros homônimos da norte-americana Stephenie Meyer nas pré-estreias que ocupam os cinemas dos shoppings centers da capital. Ainda não é o fim da linha desta saga de amor adolescente, entremeada por reviravoltas e obstáculos infindáveis. A última parte do filme só entra em cartaz no ano que vem.

O lançamento tem um sabor especial para os aficionados brasileiros. Parte das filmagens foi feita em Paraty (RJ). É justamente uma das sequências mais esperadas da série, a lua de mel de Edward (Robert Pattinson) e Bella (Kristen Stewart). E bem: é quando finalmente eles consumam o amor improvável entre uma humana e um vampiro. “Sim, há uma camada emocional. Há muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Mas também é básico. É fundamentalmente algo por qual vivemos, uma história de amor. É uma fantasia, mas ao mesmo tempo não é. É difícil! Temos que lidar com muitas coisas”, qualificou a atriz Kristen Stewart.

Mudanças
Nas entrevistas de lançamento do filme, o elenco não demonstrou qualquer climão de despedida. A tônica eram as mudanças dos personagens. Nesta sequência, o casal encara obrigações de adultos com o casamento consumado e a expectativa para o nascimento de um filho, concebido durante os dias idílicos no Brasil. “Há todo um espectro de emoções. Ele (Edward) está finalmente feliz, no começo deste filme. E então, sistematicamente, sua felicidade apanha de tudo quanto é jeito (risos). É um cara meio azarado”, reconheceu o galã. Para Pattinson, o episódio tem uma relação maior com a origem da história. “Eu acho que esse novo filme vai a lugares mais extremos. No segundo e terceiro, você conhece os personagens, são mais aventuras com eles. Neste, estamos meio que de volta ao primeiro filme. Um drama familiar com um conflito central bastante estranho”, comparou.

Numa série especializada em romantismo atrapalhado por impossibilidades sobrenaturais, a fase de bonança dos protagonistas é novamente interrompida. A ameaça desta vez está dentro do corpo da heroína. A gravidez de alto risco é causada pelo fato de que o bebê é um vampiro e Bella, humana. “Acho que o que realmente muda para ela neste filme é que aqui todos se encontram, todos chegam a um consenso sobre por que as coisas foram tão loucas ou tão difíceis. Mas, não quis parecer a mesma garota procurando respostas”, antecipou a interprete da ex-indecisa Bella Swan. Ao que parece, o triângulo amoroso entre a humana, o vampiro e o lobisomem Jacob (Taylor Lautner) é totalmente abandonado nesta história com emoções deixadas propositadamente à flor da pele.

Fonte: Correio Web

Anúncios

Tropa de Elite 2 é o indicado brasileiro na disputa por uma vaga ao Oscar

 

 (Alexandre Lima/Divulgação ) 

 Rio de Janeiro – O filme Tropa de Elite 2, de José Padilha, é a produção que vai representar o Brasil na disputa por uma das cinco vagas reservadas para concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro na festa do Oscar 2012 – 84ª Premiação Anual, promovida pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences. O anúncio foi feito nesta terça-feira (20/9), no Rio de Janeiro.

 A escolha foi feita pela Comissão Especial de Seleção, que se reuniu pela manhã, durante cerca de uma hora, no Palácio Capanema, na capital fluminense. Ao todo, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura recebeu 15 inscrições de longas-metragens interessados em concorrer à premiação.

 As demais produções brasileiras inscritas foram: A Antropóloga, de Zeca Nunes Pires; As Mães de Chico Xavier, de Glauber Filho e Halder Gomes; Assalto ao Banco Central, de Marcos Paulo; Bruna Surfistinha, de Marcus Baldini; Estamos Juntos, de Toni Venturi; Família Vende Tudo, de Alain Fresnot; Federal, de Erik de Castro; Vips, de Toniko Melo; Histórias Reais de um Mentiroso Vips, de Mariana Caltabiano; Lope, de Andrucha Waddington; Malu de Bicicleta, de Flávio Ramos Tambellini; Mulatas! Um Tufão nos Quadris, de Walmor Pamplona; Quebrando o Tabu, de Fernando Grostein Andrade; e Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra.

 A Comissão Especial de Seleção é formada pela secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Dourado Santana; pelo presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco; pelo ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza; e pelos representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello.

Fontes: Agência Brasil e Correio Braziliense.

Orson Welles

Reprodução/Internet

Reprodução/Internet

Foi ao ar em 1938,pela rádio CBS,encenado pelo grupo de teatro Mercury criada em 1937 ,a transmissão de a ” A guerra dos mundos”.Embora não passasse de uma história fictícia,Orson Welles entrou em cena com seus boletins,levando os ouvintes a acreditarem na invasão dos marcianos á terra.Ele interrompia a transmissão com uma notícia brusca de que havia caido um meteoro na terra,fazendo a população americana entrar em choque. A noticia se espalhou,causando mortes,deixando ruas engarrafadas.
Pessoas que tentavam salvar suas vidas e familias de todos os jeitos para não sofrerem as consequências da invasão noticiada.No dia seguinte Orson Welles divulgou um pedido de desculpas pelo ocorrido,mas devido ao número de processos que a rádio CBS teve que enfrentar por causa do programa.
Orson Welles e toda sua equipe foram demitidos da estação de rádio em que trabalhavam. Orson Welles se tornou famoso pela sua transmisão da invasão dos marcianos.Seu sucesso se tornou tão grande que,logo depois,Orson Welles fechou um contrato milionário com Hollywood para fazer dois filmes,com total liberdade de produzir,escrever os roteiros,dirigir e atua.
O nome de Orson Welles entrou para a antolofia das comunicações no ano seguinte com a transmissão da noticia da chegada dos extraterrestres. Mas o que colocou entre os grandes diretores foi o filme ”Cidadão Kane”, de 1941. Aos 25 anos, Orson Welles revolucionou as técnicas de filmagem com recursos até então inexploradas , movimentos de câmera e edição rápida. O resultado foi uma obra-prima, considerada pelos especialistas um dos melhores filmes de todos os tempos.
O reconhecimento do trabalho de Orson Welles só aconteceu muito mais tarde. ”Cidadão Kane” ganhou o Oscar de melhor roteiro e Orson Welles, em 1970, recebeu um Oscar honorário pelo conjunto da obra. Sua filmográfia, como diretor ou ator, inclui: ”A Dama de Shangai” (1948), ”Macbeth” (1948), ”Othello” (1952), ”A Marca da Maldade” (1958). Não se pode deixar de mencionar também “Verdades e Mentiras”, de 1974.
Orson Welles em toda a sua carreira envolveu-se em projetos diversos e fez tudo para conseguir produzir seus filmes, o que nem sempre era possível. Muitos de seus projetos permaneceram inacabados, como ”It’s All True”, e ”Don Quixote”, filme em que Orson Welles trabalhou durante dez anos e que chegou a ser exibido em Cannes em 1986.

“Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida.”
(Mahatma Gandhi)