Rock in Rio terá as bandas brasilienses Faluja e Móveis Coloniais de Acaju

Depois de sua terceira edição, em 2001, o Rock in Rio se internacionalizou, montou palco quatro vezes em Lisboa e duas em Madri. Uma década depois de passar pelo Rio pela última vez, o evento carioca volta à cidade onde nasceu e que lhe dá nome. O Rock in Rio 2011 segue de hoje a domingo e, semana que vem, de 29 de setembro a 2 de outubro. Durante os sete dias de shows, a Cidade do Rock (estrutura montada para abrigar o festival, localizada na Barra da Tijuca) receberá dezenas de atrações, nacionais e internacionais, em uma programação bastante eclética.

Além da homenagem à Legião Urbana, programada para a próxima quinta com a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e convidados, a música de Brasília será representada em mais duas ocasiões, tanto no dia de abertura quanto no de encerramento do evento.

Hoje, a partir das 14h40, a banda Móveis Coloniais de Acaju inaugura o Palco Sunset na companhia da baiana Orquestra Rumpilezz e da cantora paulistana Mariana Aydar. Os primeiros acordes ouvidos no último dia do festival serão tocados pela banda Faluja, que também está encarregada de abrir os trabalhos no Sunset.

“Quando recebemos o convite da produção, foi aquele impacto”, conta o baixista Fábio Pedroza, integrante dos Móveis. “Mais novo, eu almejava tocar no Abril pro Rock e no Porão do Rock. O Rock in Rio estava além do meu horizonte. Acho que toda banda sonha em tocar num festival desse porte. Não só pelo tamanho do festival, mas pelo reconhecimento que é participar dele”, continua Pedroza.

Móveis, Orquestra Rumpilezz e Mariana Aydar serão os primeiros a se apresentar na dinâmica do Palco Sunset, que tem como proposta o encontro — exclusivo — de artistas. Ao longo de 50 minutos, eles se revezarão no palco, mostrando músicas próprias e interagindo uns com os outros.

Recentemente, Letieres Leite, saxofonista, maestro e idealizador da Rumpilezz, tocou com o pessoal do Móveis no projeto Compacto Petrobras. “A linha de orquestração, de arranjo que eles seguem é única, um trabalho de melodias sobrepostas que me soa muito original”, comente Leite (também integrante da banda de Ivete Sangalo) sobre os brasilienses.

O maestro assina, com Duane, a produção de Cavaleiro selvagem aqui te sigo, terceiro e recém-lançado disco de Aydar. “Sou apaixonada pela Rumpilezz. A primeira vez que vi show deles me emocionei muito, chorei o show inteiro. Será muito bom dividir o palco com eles e com os Móveis”, conta Mariana. Juntos, os artistas devem tocar uma música dos Beatles.

Produtor do disco da Faluja, Henrique Portugal (Skank) indicou a banda brasiliense para Zé Ricardo, curador do Palco Sunset. “O Henrique tem um programa de rádio voltado para bandas novas e sugeriu ao Zé mostrar essa nova geração do pop rock brasileiro no festival”, conta o guitarrista Eduardo Azambuja. Como convidados para o show, a Faluja escolheu Artur Roman, vocalista do quarteto curitibano Sabonetes, Diego Miranda e Débora Teicher, respectivamente, vocalista e baterista da banda carioca Scracho.

A expectativa da Faluja, prestes a lançar o primeiro disco, é enorme. Para Eduardo, tocar no mesmo festival de várias bandas que ele sempre admirou é motivo de grande satisfação. Ao mesmo tempo, aumenta a responsabilidade. “Não sabemos se vamos tocar em outro Rock in Rio, então estamos preparando o nosso melhor”.

BSB in Rio
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A história do rock de Brasília no Rock in Rio começa de maneira simbólica, logo na primeira edição do evento, em 1985, quando os Paralamas do Sucesso fecham seu show no festival com Química, música de Renato Russo que fazia parte tanto do repertório do trio carioca quanto da Legião Urbana. No terceiro Rock in Rio, em 2001, Brasília foi representada por Capital Inicial, Plebe Rude e Sem Destino — esta, vencedora do concurso cujo prêmio era a participação no festival.

Rock in Rio 2011
De hoje a 2 de outubro, no Rio de Janeiro, a partir das 14h40. Hoje: Paralamas do Sucesso + Titãs + Milton Nascimento, Elton John, Katy Perry, Rihanna e Claudia Leitte. Palco Sunset: Móveis Coloniais de Acaju + Orkestra Rumpilezz + Mariana Aydar; Ed Motta + Rui Veloso + Andreas Kisser; Bebel Gilberto + Sandra de Sá; The Asteroids Galaxy Tour + The Gift. Amanhã: Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol, Stone Sour, Capital Inicial e NXZero. Palco Sunset: Marcelo Yuka + Cibelle + Karina Buhr + Amora Pêra; Tulipa Ruiz + Nação Zumbi; Milton Nascimento + Esperanza Spalding; Mike Patton/Mondo Cane + Orquestra de Heliópolis. Domingo: Metallica, Motörhead, Slipknot, Coheed and Cambria e Gloria. Palco Sunset: Matanza + BNegão; Korzus + The Punk Metal Allstars; Angra + Tarja Turunen; Sepultura + Tambours du Bronx. Informações: www.rockinrio.com.br.

Fonte: Correio Braziliense.

Elza Soares faz show de graça no Terraço

Um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira, Elza Soares faz uma apresentação gratuita dia 28 de setembro no Terraço Shopping, às 19h30, com abertura do conjunto brasiliense Aquattro.

Elza possui mais de mil músicas gravadas em estúdio e um repertório que vai do samba ao jazz. A cantora vem trabalhando em um CD inédito chamado “Arrepio”, produzido pelo violinista João de Aquino. Ela também aguarda um filme sobre sua vida que deve ser anunciado em breve.

O show conta com o apoio dos músicos Rômulo Pinto (teclados), Elcio da Costa (contrabaixo e violão) e João Melo (bateria) e é aberto para todos os públicos.

Show Elza Soares – no dia 28 de setembro (quarta-feira) às 19h30. Na Praça das Palmeiras no Terraço Shopping (AOS 2/8 lote 05 Área Octogonal Sul Brasília – DF). Entrada franca. Informações: (61) 3403 2908. Classificação livre

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

A Banda Mais Bonita da Cidade toca em Brasília

A Banda Mais Bonita da Cidade vem a Brasília nesta quinta-feira (22), para uma apresentação única às 22h no clube La Ursa, no Setor Bancário Norte.

O grupo nasceu em Curitiba, em 2009, e tornou-se mais conhecido em 2011 devido ao sucesso de sua canção “Oração”, que teve grande repercussão na internet. Uyara Torrente (vocal), Diego Placa (baixo), Luís Bourscheidt (bateria), Rodrigo Lemos (guitarra) e Vinícius Nisi (teclado) compõem a banda que teve seu nome inspirado num romance de Charles Bukowski intitulado “A Mulher Mais Linda da Cidade”.

Os ingressos antecipados do show estão à venda no próprio La Ursa ou no Balaio Café (Cln 201 Bl B s/n Lj.19). Não será permitida a entrada de menores de 18 anos

A Banda Mais Bonita da Cidade – na quinta (22) às 22h. No La Ursa (Setor Bancário Norte, Quadra 2 Bloco J). Ingressos: R$ 20 (antecipado ou meia-entrada). Informações: 3327-0050. Classificação indicativa: 18 anos

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

Rihanna apresenta a turnê do novo CD, em Brasília, na próxima quarta-feira

Às 22h da próxima quarta-feira, quando subir ao palco do Ginário Nilson Nelson, Rihanna vai confirmar que é uma das popstars mais queridas do público de Brasília. A cantora de Barbados vem à capital apresentar a turnê Loud Tour, composta dos mais recentes singles da artista. Músicas como S&M, California king bed, Cheers e Only girl (in the world) já fazem sucesso entre os amantes brasilienses da pop music.

Rihanna é uma cantora mais madura em relação àquela que iniciou a carreira em 2005. Se o começo era marcado por baladinhas românticas e músicas mais simples, os novos trabalhos mostram uma mulher mais ousada. A popstar usa e abusa de letras que abordam fetiches sexuais e reafirmam as lutas das mulheres por mais independência.

Essa evolução ao longo dos seis anos de carreira é acompanhada de perto pelos fãs. A estudante Clarissa Marini, 22 anos, e a melhor amiga Luana Richter, 22 anos, têm uma história de amizade marcada pela cantora. As duas  elegeram o hit Umbrella como a música tema delas. Por conta disso, a expectativa das amigas é ainda maior. “Vai ser um dos grandes shows da minha vida. Estará com certeza no topo do ranking”, enfatiza Clarissa. “Não faria o menor sentido ir ao evento sem a Clarissa. Estamos muito ansiosas”, confessa Luana.

As duas conheceram a cantora ainda na escola, antes de ingressarem na faculdade. Desde então, passaram a escutar as músicas em diferentes momentos da vida. “Como a gente tem mais ou menos a mesma idade da Rihanna, eu acho que a gente cresceu com ela, sabe? Aquela coisa de copiar o jeito de se vestir e o estilo”, comenta Clarissa. As duas compraram o ingresso logo na primeira semana de vendas, para não terem risco de ficarem de fora. “Quando começou a vender nem estava no Brasil. Tive que comprar da Bulgária, pela internet”, diz Luana.

A vontade de ir logo para o Nilson Nelson ouvir a voz de Rihanna não é uma exclusividade das duas amigas. O DJ Neto Cruz — conhecido na noite brasiliense como Neto2Haus —, 21 anos, também não esconde a ansiedade. “Eu estou muito empolgado, muito ansioso. Espero somente coisas boas desse show. Vai ser uma espécie de último dia da minha vida, sabe?”, explica.

O DJ conta que descobriu a cantora por meio de uma compilação de músicas e achou interessante. Ao pesquisar sobre ela, deparou-se com o hit SOS e ficou muito impressionado com o que ouviu. “Foi aí que ela virou minha paixão. Nessa, ela me conquistou completamente. Daí pra frente, comecei a ir atrás do trabalho dela.”

Neto rodou a internet à procura de informações sobre o show. A receita foi pesquisar sobre as apresentações da Loud tour no exterior. “Fui ver uns vídeos na internet para ter uma ideia de como será a estrutura. O palco dos outros lugares estava muito legal e ela mostrou que tem muita presença de palco e interage bastante com o público”, afirma.

Sucessos antigos
Se o show na capital seguir o repertório apresentado nas apresentações dos Estados Unidos, os fãs da cantora vão ser contemplados com uma bela sequência. Além das músicas do último CD da cantora — Loud —, a promessa é que os sucessos mais antigos da cantora também apareçam na noite de quarta-feira. Segundo o set list oficial, singles como Take a bow, Rude boy, Don’t stop the music e Umbrella estão programados para o espetáculo.

Apesar de não ter o single predileto na lista, Neto Cruz conta que o fato de ouvir sucessos do passado também o deixa muito feliz. “Eu lembro que quando eu ouvi Don’t stop the music, eu tive certeza de que ela não era apenas uma modinha, uma coisa passageira. O single é tão marcante que tive certeza de que ela ia ficar por muito tempo ainda.”

Luana também vai ficar feliz. A fã admite que gosta muito da música Only girl (in the world) — cotada para ser a abertura do espetáculo. “Vários amigos meus falam que essa canção é a minha cara”, coloca.

Quem é

» Robyn Rihanna Fenty, esse é o verdadeiro nome da cantora, de 23 anos, nascida em Barbados. Mesmo nova, ela não perde tempo e já tem cinco álbuns de estúdio gravados. Foi o produtor Evan Rogers quem a guiou no início da carreira, inclusive quando ela assinou com a Def Jam Recordings — presidida à época por Jay-z. Cantora de sucesso mundial, a popstar colocou, hoje, 19 músicas no topo das paradas internacionais, sendo sucesso nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil. 

Rihanna
 Show Loud tour, na quarta-feira, às 22h, no Ginásio Nilson Nelson. Ingressos: R$ 120 (cadeira superior), R$ 180 (pista/cadeira), R$ 280 (pista premium) e R$ 350 (camarote open-bar) (Valores de meia- entrada sujeitos a alterações). Assinantes do Correio têm  50% de desconto na compra do ingresso inteiro (cupom Sempre Você). Não recomendado para menores de 16 anos

Fonte: Correio Braziliense

Roberto Carlos volta a Brasília com show no Nilson Nelson em 1º de outubro

Após reunir milhares de pessoas em apresentação histórica no anfiteatro do Sultan’s Pool em Jerusalém, no último dia 7, Roberto Carlos volta à capital federal com um show marcado para 1º de outubro no Ginásio Nilson Nelson, a partir das 21h30.

Roberto vem acompanhado de orquestra e coral para apresentar seus grandes sucessos como “Detalhes”, “Eu quero apenas (um milhão de amigos)”, “Como é grande meu amor por você” e a canção permanente em todos os shows, “Emoções”.

Serviço
Show: Roberto Carlos em Brasília
Data: 1º de outubro de 2011
Hora: 21h30
Local: Ginásio Nilson Nelson
Venda de ingressos: www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone: 4003-1212
Classificação indicativa: 16 anos

Valores:
Setor Azul – R$ 350 *
Setor Amarelo – R$ 250 *
Cadeira Setor – R$ 200 *
Platéia – R$ 50 *

* Meia entrada para idosos acima de 60 anos e para estudantes. Todos os setores mediante apresentação de identidade na compra e na entrada do evento.

Informações: (61) 3248-5221

Fonte: Correio Braziliense.

Shows de artistas como Cláudia Leitte e Daniela Mercury abrem a contagem regressiva para os mil dias da Copa

Começa nesta sexta-feira (16/9), a partir das 18h, a contagem regressiva para os mil dias que restam até a abertura da Copa do Mundo de 2014. Para comemorar a data e lançar o cronômetro, um convênio entre várias secretarias de Governo do Distrito Federal organizou uma série de shows — a partir das 20h —, balonismo, projeções e pintura em grafite, no estacionamento do Estádio Nacional (antigo Mané Garrincha).

Os destaques são as cantoras de axé Claudia Leitte e Daniela Mercury e a banda de pop rock Restart. A programação também inclui atrações locais, como os DJs do Criolina, a cantora Geórgia W. Alô, e os grupos Surdodum, Pé-de-Cerrado e Maracangalha. Daniela Mercury traz para o show 1000 Dias para a Copa de 2014, as canções do último CD, Canibália (2009), como O que será (A flor da terra), Cinco meninos e Benção do samba e antigos sucessos. Claudia Leitte anima o público com Pensando em você, Amor perfeito, Falando sério e canções do novo disco, As máscaras. Já a Restart embala a plateia com os hits Levo comigo e Recomeçar.

Os tapumes que cercam o estádio ganharão uma nova decoração durante o evento. Os quase dois quilômetros do cercado serão pintados por 100 grafiteiros. As comemorações vão além dos locais dos shows. A cúpula do Museu Nacional Honestino Guimarães (Conjunto Cultural da República) e os painéis do ginásio Nilson Nelson (Eixo Monumental) recebem projeção de imagens relacionadas com o futebol. Entrada franca. Classificação indicativa livre.

Fonte: Correio Web.

Um mestre na quadra da Aruc

Um dos principais nomes do samba nacional desembarca em Brasília e abre, hoje, as portas do fim de semana em grande estilo. É ele mesmo, Arlindo Cruz. Direto da Piedade, Zona Leste carioca, ali pertinho do Méier, Engenho de Dentro e… Madureira. Foi neste subúrbio da Cidade Maravilhosa que o sambista nasceu. Ao longo dos 52 anos de vida – desses, 45 de estrada –, comemorados nessa semana, o cantor, compositor, intérprete e instrumentista morou em Jacarepaguá, passou alguns verões em Copacabana), até chegar ao Recreio, onde vive há 14 anos. “Sou carioca da gema, como no dito popular. Morei em muitos bairros do Rio, do subúrbio, principalmente”, recorda-se Arlindo, em entrevista concedida ao Jornal de Brasília, por telefone. 

O músico volta à cidade e à Escola de Samba Aruc para apresentação única, nesta sexta (16), a partir das 21h. A festa celebra outro aniversário, o do grupo candango Raça Popular, que completa 25 anos de samba de raiz. A roda terá as participações de Carlos Belfort (afilhado de Cauby Peixoto e da saudosa Jovelina Pérola Negra), Rogerinho Ratatúia, Renato Milagres (sobrinho de Zeca Pagodinho) e Dhy Ribeiro, além dos grupos brasilienses Samba em Família e Kanella de Cobra. 

Projetos

Entre seus projetos, Arlindo adianta a possível gravação de um DVD em Salvador. “Não está nada confirmado, mas quero fazer essa parceria Rio-Bahia”, diz, em rimas. O suburbano carioca participa, ainda, do songbook do mestre João Nogueira. No horário nobre, o sambista aparece, diariamente, com a faixa Griselda – homônima da personagem de Lilia Cabral, em Fina Estampa (TV Globo). “Adoro a Lilia. Nos encontramos e ela disse que era minha fã. Quase não acreditei e respondi: ‘Eu que sou seu fã, há muito tempo.’ Acompanhei Divã, no cinema e na TV. Gosto do trabalho dela”, derrete-se, de artista para artista. A canção, que tem a participação de Zeca Pagodinho e Sombrinha, está no repertório de hoje, na Aruc: “Boa ideia, vou incluir no show. O povo gosta de ouvir música que está na novela das nove”, acredita. 

Por falar nisso, o cantor adianta que vai tocar O Bem e Meu Nome é Favela, do último disco, Batuque de Romance, além de Bagaço da Laranja, Camarão que Dorme a Onda Leva, e, claro, Madureira, ou melhor dizendo, Meu Lugar. “Não pode faltar” (risos). Foi depois dessa música que alcancei a notoriedade, foi o carro-chefe do álbum Sambista Perfeito, de 2007”, diz, sem falsa modéstia. Abram alas, o samba pede passagem! “Madureira…”  

 Arlindo Cruz e banda  – com Carlos Belfort, Rogerinho Ratatúia, Renato Milagres e Dhy Ribeiro, além dos grupos brasilienses Samba em Família e Kanella de Cobra. 

Amanhã, às 21h, na Aruc (Cruzeiro Velho). Ingressos: R$ 30 (individual) e R$ 250 (mesa para 4 pessoas, em área vip). Pontos de venda: Lojas Aloha (Conjunto Nacional, Alameda Shopping, Terraço, Taguatinga Shopping), Secretaria da Aruc e Supermercado Veneza. Informações: 3361-1649, 9159-4843 ou 9826-1557. Não recomendado para menores de 14 anos. 

 
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

Shows rendem homenagem ao canto torto de grandes nomes da música brasileira

Personagens importantes da história da Música Popular Brasileira tiveram a trajetória marcada por assumirem posições pouco ortodoxas ou por terem sido levados a elas. Alguns deles serão homenageados em série de shows do projeto Anjos Tortos — A MPB Gauche na Vida, que ocupa, a partir de amanhã, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). As apresentações, de quinta-feira a domingo, sempre às 21h, prosseguem até 2 de outubro. Quem abre as homenagens é Max de Castro, amanhã e sexta, interpretando canções do pai, Wilson Simonal.

Há algo que, sob algum aspecto, une os artistas que são objeto de tributo de Anjos Tortos. De Wilson Simonal a Itamar Assumpção, passando por Raul Seixas, Sérgio Sampaio e Waly Salomão, todos foram artistas geniais — e geniosos — que, em vez de se submeterem à mídia, tiveram como propósito fundamental viver e criar sempre com intensidade. “Queríamos trazer à cena parte do repertório primoroso de poetas populares, alguns deles à margem da indústria”, explica a curadora Monica Ramalho.

Na sequência de shows, sobem ao palco do CCBB: Jorge Mautner para celebrar Raul Seixas (sábado e domingo); Xangai para cantar Sérgio Sampaio (dias 22 e 23); Chico César para saudar Torquato Neto (24 e 25); Jards Macalé para lembrar Waly Salomão (29 e 30); Anelis Assumpção para reverenciar Itamar Assumpção (1º e 2 de outubro). “Convidamos cantores que, direta ou indiretamente, têm uma relação com esses baluartes da música brasileira”, acrescenta.

Max de Castro foi incentivado por Simonal no início da carreira. Jorge Mautner tem muita afinidade com o universo de Raul Seixas e de Paulo Coelho, o parceiro dele. Além de amigos, Sérgio Sampaio e Xangai eram compadres. O soturno Torquato Neto tem, no solar Chico César, um quase discípulo. Torquato é o autor da canção inspirada em poema de Carlos Drummond de Andrade que nomeia a série. A parceria entre Waly Salomão e Jards Macalé rendeu ao universo da MPB clássicos da importância de Mal secreto e Anjo exterminado, gravados por Maria Bethânia; e Vapor barato, com a qual Gal Costa brilhou intensamente no Fa-tal — espetáculo que entrou para a história do show business nacional, posteriomente registrado em álbum duplo. O vanguardista Itamar Assumpção, com obra irreverente e repleta de crítica social, teve a filha Anelis Assumpção como backing vocal, no começo da carreira dela. Influenciada pelo pai, ela produziu o primeiro álbum, sob o título Sou suspeita, estou sujeita, não sou santa.

Pai e filho
Todos os shows do Anjos Tortos serão temáticos e trarão no título referências aos artistas homenageados e aos que vão reverenciá-los. Amanhã e sexta-feira, na abertura da programação, o público assistirá ao espetáculo País tropical: sei de cor o amor que tenho por você. Sucessos inesquecíveis lançados por Simonal como Meu limão meu limoeiro, Vesti azul, Nem vem que não tem e, claro, Pais tropical serão recriados por Max de Castro.

Um dos mais influentes representantes de sua geração, Max vai mostrar também canções autorais, entre elas E ocaso de perguntar, A ciranda ao redor da galáxia e Candura; e parcerias com Erasmo Carlos (A história da morena nua), Seu Jorge (Nego do cabelo bom), Marcelo Yuka (Os óculos escuros de Cartola) e Bernardo Vilhena (Samba raro e Onda diferente). Ele será acompanhado pela banda formada por Robinho Tavares (baixo), Márcio Forte (percussão), Bruninho Marques (bateria), Sidmar Vieira (trompete) e Denilson Martins (sax).

Na estreia do projeto, antes do show, às 19h, Monica Ramalho (brasiliense radicada no Rio de Janeiro desde os dois meses de idade) vai mediar mesa-redonda, com a participação de Toninho Vaz, Fred Coelho e Luiz Carlos Maciel. O mote do debate será a contracultura, produzida no país nas décadas de 1960, 1970 e 1980. Toninho aproveitará para lançar o livro Solar da fossa — Um território de liberdade, impertinências, ideias e ousadias (Editora Casa da Palavra), sobre casarão em Botafogo (RJ) onde moraram, na época da ditadura, nomes de destaque das artes nacionais, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Paulinho da Viola, Torquato Neto e o escritor e senador Cristovam Buarque.

Que tipo de influência você absorveu de Simonal?
Está literalmente no DNA. Convivo com o legado deixado por ele desde que nasci. Tomei contato com a obra de meu pai antes de desenvolver o gosto pela música. Destacaria o bom gosto, a musicalidade, o balanço e a capacidade de comunicação

Qual disco melhor representa a trajetória dele?
Simonal não era um artista só de disco. Ele era brilhante no palco, um showman que cantava, dançava, contava piadas e ainda apresentava programa na tevê. Entre os discos, destaco A nova dimensão do samba (1964), Show em Simonal – Ao vivo (1967) e a série Alegria alegria (de 1967 a 1969).

 » Hoje e amanhã — País tropical: sei de cor o amor que tenho por você — Max de Castro canta Wilson Simonal. Amanhã, às 19h, haverá mesa-redonda sobre o tema A contracultura nos anos 1960, 1970 e 1980, com entrada franca.

» Sábado e domingo — Maracatu atômico: Quero ser locomotiva — Jorge Mautner canta Raul Seixas
» 22 e 23 — Bloco na rua : Nóis é jeca mais é joia — Xangai canta Sérgio Sampaio
» 24 e 25 — Anjo torto: Diz aí como é que é  Chico César canta Torquato Neto
» 29 e 30 — Vapor barato: Não preciso de gente que me oriente — Jards Macalé canta Waly Salomão
» 1º e 2 de outubro — Nega música: Luz nos meus olhinhos —  Anelis Assumpção canta Itamar Assumpção

Sempre às 21h, no Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Sul). Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia).
Informações: 3108-7600. Não recomendado para menores de 14 anos.

Fonte: Correio Braziliense

 

Batalhão de Trânsito celebra 15 anos no autódromo de Brasília com shows de Rita Lee, Frejat e Blitz

Fãs de rock’n’ roll e de motos têm um motivo especial para se encontrar no Autódromo Internacional de Brasília. A rainha do rock Rita Lee vem animar, nesta sexta à noite, o 6º Encontro Nacional de Motos do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran). Além dela, 23 artistas e bandas devem passar pelo palco em horários diversos. Amanhã e domingo, a programação musical começa cedo com artistas locais. Rita Lee, Blitz e Frejat sobem ao palco à noite.

Rita Lee, que lançou, em 2009, o CD Multishow ao vivo, traz hits como Lança perfume, Amor e sexo, Pagu, Ovelha negra, Doce vampiro e Erva venenosa, entre outros. Amanhã, Evandro Mesquita, que lançou em 2007 o CD e DVD Ao vivo e a cores, e sua trupe trazem os sucessos
Você não soube me amar, Óculos e A dois passos do paraíso.

No encerramento da programação, no domingo, Frejat continua o repertório da turnê A tal felicidade, iniciada em 2 de agosto, em São Paulo. São canções armazenadas na memória afetiva do cantor, ao lado de hits do Barão Vermelho e músicas da carreira solo. No repertório, estão Você não entende nada (Caetano Veloso), A felicidade bate a sua porta (Gonzaguinha), Palco (Gilberto Gil) e Perdidos na selva (Júlio Barroso e Guilherme Arantes), entre outras.

O encontro traz atrações para toda a família. Os pequenos poderão participar de gincanas e brincadeiras. Já quem se interessa por carros antigos pode admirar os exemplares expostos durante os três dias de evento, que faz parte das comemorações dos 15 anos do BPTran no Distrito Federal. Também marca a contribuição da PM para a campanha A Copa Começa Aqui. “Nós vamos organizar um passeio com as motos pela cidade”, acrescenta o subcomandante do BPTran, major Sérgio Robalo. “Sairemos às 10h de amanhã do autódromo e seguiremos até a Ermida Dom Bosco”, descreve ele, que prevê 25 mil pessoas por dia no local

Fonte: Correio Braziliense

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